quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Semana de Arte Moderna de 1922

Da esquerda para a direita: Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade. Por ocasião da «Semana», Tarsila se achava em París e, por esse motivo, não participou do evento


Brecheret, Di Cavalcanti, Menotti del Picchia, Oswald de Andrade e Helios Seelinger



A Semana de Arte Moderna de 22, realizada entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo, contou com a participação de escritores, artistas plásticos, arquitetos e músicos.

Seu objetivo era renovar o ambiente artístico e cultural da cidade com "a perfeita demonstração do que há em nosso meio em escultura, arquitetura, música e literatura sob o ponto de vista rigorosamente atual", como informava o Correio Paulistano a 29 de janeiro de 1922.

A produção de uma arte brasileira, afinada com as tendências vanguardistas da Europa, sem contudo perder o caráter nacional, era uma das grandes aspirações que a Semana tinha em divulgar.
De acordo com o catálogo da mostra, participavam da Semana os seguintes artistas: Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Zina Aita, Vicente do Rego Monteiro, Ferrignac (Inácio da Costa Ferreira), Yan de Almeida Prado, John Graz, Alberto Martins Ribeiro e Oswaldo Goeldi, com pinturas e desenhos;
Marcavam presença, ainda, Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm Haarberg, com esculturas; Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, com projetos de arquitetura.
Além disso, havia escritores como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado, Ronald de Carvalho, Álvaro Moreira, Renato de Almeida, Ribeiro Couto e Guilherme de Almeida.
Na música, estiveram presentes nomes consagrados, como Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernâni Braga e Frutuoso Viana.
Thaynara kelly (44)
Ps: Anita Malfatti foi muito criticada por Monteiro Lobato (lembram-se da aula de portugês... rsrsrs XD)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Artes Plásticas na Pré-História ( de 15.000 a 3.000 a.C.)

As pinturas rupestres (em paredes de cavernas) mais antigas do Brasil foram encontradas na Serra da Capivara, no estado do Piauí. Na época entre 5000 a.C e 1100, povos da Amazônia fabricaram objetos de enfeites e de cerâmica Destacam-se os vasos de cerâmica da ilha de Marajó e do rio Tapajós. A arte plumária (com penas de pássaros) feitas por índios e a pintura corporal, usando tintas derivadas da natureza, representam importantes exemplos da arte indígena.


Artes Plásticas no início da colonização (séculos XV e XVI )

Junto com os portugueses, chegam ao país influências artísticas renascentistas e do começo da fase barroca. Na época em que os holandeses invadiram o nordeste brasileiro e lá permaneceram (de1630 a 1654), muitos artistas retratam a paisagem, os índios, os animais, as flores e o cotidiano do Nordeste. Na época do governo de Mauricio de Nassau, chegam ao Brasil muitos pintores, entre eles o paisagista Frans Post. Este artista holandês usa técnicas de luz e cor típicas da pintura holandesa e retrata desta forma os cenários do nordeste do Brasil, no século XVII.

O Barroco e o Rococó (séculos XVI ao XIX)

Período que se destaca as esculturas e decoração de igrejas com características religiosas. Destacam-se neste período os seguintes artistas: frei Agostinho da Piedade, Agostinho de Jesus, Domingos da Conceição da Silva e frei Agostinho do Pilar.
No auge do século do ouro, as igrejas são decoradas para mostrar o poder da Igreja. A utilização de curvas e espirais prevalecem nas obras deste período. Os artistas utilizam muito matérias-primas típicas do Brasil, tais como: pedra-sabão e madeira. O artista que mais se destacou nesta época foi Aleijadinho.

O Neoclassicismo (século XIX)

D. João VI ao chegar ao Brasil em 1808 efetuou mudanças no cenário cultural da colônia. Em 1816, trouxe para o Brasil, pintores e escultores comprometidos com o ideal do neoclassicismo. Destacavam-se na Missão Artística Francesa: Nicolas-Antoine Taunay, Félix-Émile Taunay, Jean-Baptiste Debret, Auguste Taunay e Le Breton (chefe da missão). Estes artistas buscaram retratar o cotidiano da colônia de uma forma romântica, idealizando a figura do índio e ressaltando o nacionalismo e as paisagens naturais.

O Ecletismo nas artes plásticas (1870 a 1922)

Período marcado pesa fusão de estilos artísticos europeus como, por exemplo, o impressionismo, o simbolismo, o naturalismo e o romantismo. Fazem parte desta época: Eliseu Visconti, Almeida Júnior e Hélios Seelinger.

O expressionismo (início do século XX)

Dois artistas expressionistas se destacam neste período: Lasar Segall e Anita Malfatti.
O primeiro, ao realizar sua primeira exposição em São Paulo, mostra sua pintura cheia de cores tropicais e repleta de cenas da realidade do Brasil.
Anita Malfatti choca a sociedade tradicional com suas obras expressionistas como, por exemplo, O homem Amarelo e O Japonês.

Arte Moderna : modernismo na 1ª metade do século XX

O marco desta época foi a Semana de Arte Moderna realizada em São Paulo, em fevereiro de 1922. Nesta semana, vários artistas comprometidos em mudar a cara da arte nacional se apresentaram e chocaram a sociedade. Quebraram com os padrões europeus e buscaram valorizar a identidade nacional e uma arte, cujo cenário de fundo, eram as paisagens brasileiras e o povo brasileiro. Inovaram e romperam com o tradicional. O modernismo preocupou-se muito a parte social do Brasil.
Destacam-se como artistas modernistas: Di Cavalcanti, Vicente do Rêgo, Anita Malfatti, Lasar Segall, Tarsilla do Amaral e Ismael Nery.
Para valorizar a arte modernista, embora reúnam obras de vários períodos, dois museus são criados nesta época: o MASP ( Museu de Arte Moderna de São Paulo), criado pelo empresário Assis Chateaubriand e o MAM-RJ ( Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro).

O Concretismo (décadas de 1950 e 1960)

Movimento de arte abstrata marcado pelo uso de figuras geométricas e pela elaboração baseada no raciocínio. Esse movimento artístico foi criado pelo grupo paulista Ruptura, formado pelos artistas Haroldo de Campos, Geraldo de Barros e Valdemar Cordeiro.
No Rio de Janeiro, surge o grupo Frente que contesta a arte concreta e inicia o neoconcretismo. Aproximando-se da pop art e da arte cinética, elaboram obras de arte valorizando a luz, o espaço e os símbolos. São deste período: Amilcar de Castro, Franz Weissmann, Lygia Clark, Lygia Pape e Hélio Oiticica e Ivan Serpa.

O informalismo e a arte abstrata (1960 a 1970)

Nesta fase, a arte abstrata passa a ser marcada pelo informalismo lírico e gestual. Os meios de comunicação fornecem os temas para a produção de obras de arte politicamente engajadas.
Destacam-se os seguintes artistas: Tomie Ohtake, Manabu Mabe, Arcângelo Ianelli e Maria Bonomi.

Década de 1970: tecnologias e arte

Nesta época novos sistemas e meios são utilizados nas obras de arte. A instalação (utilização de tecnologia para promover uma interação entre obra e espectador), o grafite (pinturas em spray em locais públicos), a arte postal ( uso dos meios postais para criação de obras de arte) e a performance (uso de teatro ou dança em conjunto com as obras).
Destacam-se nesta época: Sirón Franco, Antonio Lizárraga, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Takashi Fukushima, Alex Vallauri, Regina Silveira, Evandro Jardim, Mira Schendel e José Roberto Aguilar.


Neo-Expressionismo (década de 1980)

Na década de oitenta a arte resgata os meios artísticos tradicionais, embora haja, ao mesmo tempo, o fortalecimento da arte conceitual e do abstracionismo. Meios tecnológicos interferem, tornando possível o surgimento da videoarte. Relações entre o espaço público e a obra de arte possibilitam uma intervenção urbana, dando origem à arte pública.
Importantes artistas neo-expressionistas: Guto Lacaz, Cildo Meireles, Tunga, Carmela Gross, Dudi Maia Rosa, Rafael França, Ivald Granato, Marcelo Nitsche, Mário Ramiro, Hudnilson Junior, Daniel Senise e Alex Flemming.

Pós-modernismo ( década de 1990 )

As discussões sobre a história da arte e os conceitos artísticos ganham importância e influenciam este período. Uso de tecnologias, desconstrução da arte, aproximações da arte e do mundo real, globalização da arte. Estes foram os caminhos da arte na década de 1990.
Artistas desta época : Leda Catunda, Sandra Kogut, Laurita Sales, Iran do Espírito Santo, Rosângela Rennó, Jac Leirner, Hélio Vinci, Aprígio, Ana Amália, Marcos Benjamin Coelho, Cláudio Mubarac, Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Luis Hermano e Alex Cerveny.

a semana da arte moderna

A Semana de Arte Moderna , também chamada de Semana de 22, ocorreu em São Paulo no ano de 1922, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal.

Cada dia da semana foi dedicado a um tema: respectivamente, pintura e escultura, poesia, literatura e música.

O presidente do estado de São Paulo, da época, Dr. Washington Luís apoiou o movimento, especialmente atráves de René Thiollier, que solicitou patrocínio para trazer os artistas do Rio de Janeiro, Plínio Salgado e Menotti Del Pichia, membros de seu partido, o Partido Republicano Paulista.

A Semana de Arte Moderna representou uma verdadeira renovação de linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora da ruptura com o passado e até corporal, pois a arte passou então da vanguarda, para o modernismo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos. O adjetivo "novo" passou a ser marcado em todas estas manifestações que propunha algo no mínimo curioso e de interesse.

Participaram da Semana nomes consagrados do modernismo brasileiro, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Víctor Brecheret, Plínio Salgado, Anita Malfatti, Menotti Del Pichia, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Heitor Villa-Lobos, Tarsila do Amaral, Tácito de Almeida, Di Cavalcanti entre outros.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Arquitetura Moderna

O Modernismo arquitetônico surgiu na Europa devido à necessidade de se encontrar soluções para os problemas que vinham sendo gerados pelas mudanças sociais e econômicas que a Revolução Industrial causou.
Já no Brasil, as primeiras obras Modernistas surgem quando apenas se iniciava o processo de industrialização, portanto não se habilitava a solucionar necessidades sociais.
No entanto, segundo Lúcio Costa, o Modernismo brasileiro justifica-se como estilo, afirmando a identidade de nossa cultura e representando o "espírito da época".

"CASA MODERNISTA" - GREGORI WARCHAVCHIK.







No campo da arquitetura, o Modernismo foi introduzido no Brasil através da atuação e influência de arquitetos estrangeiros adeptos do movimento, embora tenham sido arquitetos brasileiros, como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, que mais tarde tornaram este estilo conhecido e aceito.
Foi o arquiteto russo Gregori Warchavchik quem projetou a “Casa Modernista” (1929-1930), a primeira casa em estilo Moderno construída em São Paulo.
Os arquitetos Modernistas buscavam o racionalismo e funcionalismo em seus projetos, sendo que as obras deste estilo apresentavam como características comuns formas geométricas definidas, sem ornamentos; separação entre estrutura e vedação; uso de pilotis a fim de liberar o espaço sob o edifício; panos de vidro contínuos nas fachadas ao invés de janelas tradicionais; integração da arquitetura com o entorno pelo paisagismo, e com as outras artes plásticas através do emprego de painéis de azulejo decorados, murais e esculturas.
BY: Lidia, Joice, Wanna, Joao Paulo, Thiago Oliveira, Thalita, Graziela

Arquitetura Moderna no Brasil




Sem dúvida a Arquitetura brasileira constituiu o principal aporte americano ao movimento moderno durante o período 1940-1970 e repercutiu internacionalmente.
Todos concordam em afirmar que a catalização de forças criadoras e as idéias centrais ao movimento foram ajustadas por Le Corbusier em sua visita de 1936, quando em pouco mais de uma semana de trabalho intensivo, fez os esboços do Ministério da Educação e da Cidade Universitária.
Todos estão de acordo em afirmar que a catalização das forças criadoras e os ideais principais do movimento foram ajustados por Le Corbusier em sua visita de 1936. Em pouco mais de uma semana de trabalho intenso realizou os esquemas para o Ministério da Educação e a Cidade Universitária.
A tarefa comum, junto a Le Corbusier de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, entre outros, garantiu que a semente frutificasse, não só na obra individual, mas também na prédica teórica. Os artigos de Lucio Costa, entre eles Razões da Nova Arquitetura, alcançaram ressonância e a liberdade de ação política com que os brindavam o ministro Capanema e Rodrigo Mello Franco de Andrade permitiu o crescimento do movimento moderno.
Mas é certo que também o movimento estava amadurecendo, porque no mesmo ano de 1936 o concurso da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) congregou uma série de projetos com estruturas independentes, plantas livres, fachadas de fenestração corrida e o desenho triunfador de Marcelo e Milton Ribeiro eram considerados uma inovação absoluta em seu volume sem janelas aparentes.
A obra do Ministério da Educação recorria a soluções corbusierianas dos pilotis, os brise-soleil na fachada castigada pelo sol e a carpintaria acristalada sobre a área de trabalho (que hoje está sendo renovada por sua acelerada destruição por causa da salinidade do ar carioca). A integração das artes na Arquitetura contemporânea, uma das premissas que os mexicanos já haviam empunhado, se verifica nas contribuições de Roberto Burle Marx nos jardins e varandas, de Cândido Portinari nos murais e azulejaria de antiga tradição lusitana, nas esculturas de Bruno Giorgi, Celso Antonio e Lipchitz. A equipe de arquitetos se integrou com Costa, Niemeyer, Alfonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Jorge Moreira e Ernani Vasconcelos.
O entusiasmo dos jovens arquitetos pela obra se deve não só à repercussão da mesma, mas à liberdade de que dispuseram para realizá-la. Lucio Costa escrevia que a sugestão de Le Corbusier para outra localização serviu de referência, mas que "tanto o projeto como a construção do atual edifício, desde o primeiro esboço até a conclusão definitiva, foram levados a cabo sem a mínima assistência do mestre e como espontânea contribuição nativa para a pública consagração dos princípios pelos quais ele sempre lutou".
Afirmava Lucio Costa que "construído na mesma época, com os mesmos materiais e para um mesmo fim utilitário, o edifício do Ministério se destaca, não obstante, em meio à espessa vulgaridade da edificação circunvizinha, como algo ali alojado severamente, só para o comovido êxtase do transeunte despreocupado e, de vez em quando, surpreendido, pela vista de tão sublimada manifestação de pureza, forma e domínio da razão sobre a inércia da matéria".
Costa considera-o um edifício "formoso e simbólico", porque "sua construção foi possível na medida em que se atropelou tanto a legislação municipal vigente, como a ética profissional..." Enfim, lições de um duvidoso conteúdo que tomadas como exemplo podem contribuir para fomentar a habitual forma de trabalho dos especuladores imobiliários...
A configuração do trabalho de um grupo de arquitetos – que simultaneamente realizou obras de grande qualidade, como os irmãos Roberto (aeroporto Santos Dumont, Liga contra a tuberculose), Atílio Correia Lima e Renato Soeiro (Estação de hidroaviões e Estação Marítima Rodrigues Alves), Henrique E. Mindlin (Hotel Copan), Rino Levi (Instituto Sedes Sapiantiae, Oficinas Stig, Teatro de Cultura Artística e Banco Paulista, todos em São Paulo) – assinala que a projeção da Arquitetura brasileira estava implícita em sua própria realidade e que os aportes externos de Le Corbusier, Marcello Piacentini, Franco Albini e a posterior permanência de Giancarlo Palanti somente viriam consolidá-la.
Talvez o êxito da Arquitetura brasileira consista em que seu período racionalista foi breve, que dele se decantou um funcionalismo que, elaborado com sensibilidade espacial, em uma contundente força expressiva integrando artes e natureza, superou criativamente as imagens estereotipadas do movimento moderno.
Se esta sensibilidade plástica, esta afeição pela curva e a natureza são herança de uma virtualidade histórica barroca ou de um vanguardismo formalista que caracteriza a arquitetura das décadas 1950-70, está ainda por resolver-se, e é provável que ambos componentes desempenhem um papel relevante.
Não cabe dúvida, em homens como Lucio Costa, da vigência da idéia e preocupação de ligar o movimento moderno à própria história cultural. Os "neocoloniais", como Mariano Filho, não entenderam que a reivindicação do passado não se efetuava na cópia, mas na preservação do autêntico, como vinha fazendo excelentemente a Diretoria do Patrimônio Histórico Nacional desde os tempos de Rodrigo Mello Franco de Andrade, Edson Motta, Renato Soeiro, Augusto da Silva Telles, Aloisio Magalhães, Luis Saia, Mario Mendonça de Oliveira, e outros técnicos e especialistas. Cabe mencionar muito especialmente neste sentido a tarefa da Fundação do Pelourinho, na Bahia, e os trabalhos de inventário concretizados por Paulo de Azevedo.
A projeção internacional do movimento se produziu na realidade com o Pavilhão Internacional da Feira de Nova York (1939), desenhado conjuntamente por Lucio Costa e Oscar Niemeyer em um surpreendente traçado de liberdade formal.
A crise da Segunda Guerra Mundial, que devastou países e idéias, situava o Brasil e os Estados Unidos como novas plataformas do lançamento da arquitetura moderna.
Isso explica as preocupações de suas propostas nos livros de Goodwin (1943), a exposição de Russel-Hitchock (1945) e os escritos de Bardi e Papadaki (sobre Niemeyer, 1950).
A obra de Oscar Niemeyer constitui o eixo de referência central da arquitetura brasileira, começando com seu edifício da Obra do Berço (1937) e continuando pelos conjuntos que lhe encomendara Kubitschek, à época prefeito de Belo Horizonte, para Pampulha. O cassino (atual Museu de Arte Moderna), o Iate Clube, o Pavilhão de Danças e a igreja de São Francisco de Assis foram realizados entre 1942 e 1943

http://www.continentemulticultural.com.br
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By: Lidia, Graziela, João Paulo, Joice, Wanna, Thalita, Thiago Oliveira.









Bauhaus

A Staatliches-Bauhaus foi uma escola de design, artes plásticas e arquitetura de Vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo e design e na arquitetura, sendo a primeira escola de design do mundo.

Apesar de ter passado por diversas alterações em seu perfil de ensino, á medida que a escola evoluia, a Bauhaus, de uma forma geral, acreditava que os seus proprios metodos de ensino deveriam estar relacionadas as suas propostas de mudanças nas artes e no design. Um dos objetivos principais era unir artes, produzir artesanato e tecnologia. A maquina era valorizada, e a produção industrial e o desenho de produtos, tinham lugar de destaque.
O Vorkurs - literalmente curso preparatorio - era um curso exigido a alunos e ministrado nos moldes do que é o moderno curso de Desenho Básico, fundamental em escolas de arquitetura por todo o mundo.
By: Daiane Alves
Fonte: Wikipédia

" O artista deverá ser um artesão da indústria" Gropius

Bauhaus é uma palavra feita pela contração do termo alemão Bauen ( contruir, edificar) e Haus ( casa). Criado por Walter Gropius a partir da palavra Hausbau, que significa casa de construção e invertida é Bauhaus que significa construção de casas.

By: Dayane Kisse e Mariana

Brasil e Bauhaus






O Presidente Juscelino Kubitschek foi um dos principais inovadores na arquitetura moderna braslieira, apoiando "artistas" como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. A construção da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro, é fortemente inspirada nas projeções de Gropius. Outros exemplos são o Museu de Arte Moderna (MAM) em São Paulo, projetado por Paulo Mendes da Rocha; a Casa das Canoas de Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro; a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), projeto de Vila Nova Artigas, em São Paulo. Inclui-se nesse conjunto de edifícios o Congresso Nacional brasileiro, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, com seus espaços enormes e grandes janelas contínuas bem como a famosa Catedral da capital, as superquadras de Brasília.



Pode-se dizer que Brasília é o exemplo brasileiro mais claro da presença da arquitetura Bauhaus ela pode ser considerada a neta desta arquitetura. De certa forma Brasília é a representção da Bauhaus no Brasil: Inovadora, imponente, grandiosa e moderna.
By: Dayane Kisse e Mariana






Arquitetura Bauhaus

A arquitetura bauhaus começou com a escola bauhaus, fundada em 1919 em Weimar na Alemanha, foi considerada o berço da arquitetura moderna. Ela se distingue das demais arquiteturas pelo fato de tentar reunir em si outros elementos artísticos, criando um conceito de arte total, que consiliava o oficio de artesão, carpinteiro, marceneiro, coreógrafo, tipógrafo, cenógrafo, pintor, escultor e designer.
O Objetivo era criar uma cultura da educação, combantendo a destrutividade liberada durante a Primeira Guerra Mundial. Em seus 14 anos de existência a escola bauhaus reuniu muitos artistas da vanguarda de então: Paul Klee, Wladimir Kandinsky, Johanes Itten, George Much e também influenciou muitos outros desde então.
A primeira bauhaus foi uma determinação de Gropius e foi modelo arquitetônico e também de vida, baseando - se na luz e na visão sensorial de espaço.
Infelizmente com a ascensão dos nazistas a Bauhaus foi perseguida e obrigada a fechar, seus integrantes foram para o exilio mas bauhaus deixou um grande legado para arte mundial.
By: Mariana Oliveira

Design Bauhaus

Atribiu-se à Bauhaus a definição do moderno conceito de design, que incorporava os novos materiais, como o vidro e aço, evitando o ornamento e dando expressão estética ao modo de produção industrial dos objetos. Seu design é marcado pela inovação com produção de bens de comsumo, sem limita-los a meros objetos, visando sempre algo mais grandioso.
By: Mirelli